quarta-feira, 12 de outubro de 2016

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AOS BOOKING CHARTS E AO
TEMPO DE CADA PASSAGEIRO
UM RISQUINHO....




terça-feira, 4 de outubro de 2016

programa da feira de castro . castro verde

AÍ ESTÁ O PROGRAMA DA FEIRA DE CASTRO,
A GRANDE FEIRA DO SUL ,QUE SEPARA O
VERÃO DO INVERNO.



PROGRAMA

14 OUT. 6ª feira

ESPETÁCULO DA FEIRA DE CASTRO 2016
“Os Ganhões” de Castro Verde
Grupo de Violas Campaniças
3 Vozes à Campaniça - Vitorino, Janita Salomé e Pedro Mestre
Fado. Poesia Popular. Tocadores de Harmónica.

> 21H30 CINETEATRO MUNICIPAL - ENTRADA LIVRE
Colaboração: Associações de Cante Alentejano “Os Ganhões” de Castro Verde e “Os Cardadores” da Sete.

15 OUT. sáb. e 16 OUT dom.

IV MOSTRA DE AVES DE CASTRO VERDE

> A PARTIR DAS 10H00 PAVILHÃO DE MOSTRAS (LARGO DA FEIRA)
Organização: Clube Ornitológico de Castro Verde. Apoio: Câmara Municipal de Castro Verde.

15 OUT. sáb.

CONCURSO DO RAFEIRO DO ALENTEJO 2016

> 10H00 PRAÇA DA REPÚBLICA
Organização: ACRA- Associação de Criadores do Rafeiro do Alentejo. Apoio: Câmara Municipal de Castro Verde

ARRUADA DE BANDAS FILARMÓNICAS

> 11H00 E 14H00 PRAÇA DA REPÚBLICA E RUAS DA FEIRA
Organização: Câmara Municipal de Castro Verde. Sociedade Filarmónica 1º de Janeiro. Colaboração: Sociedade Musical e Recreio Popular de Paderne.

FOLCLORE ALGARVIO


> 15H00 PRAÇA DA REPÚBLICA


PLANÍCIE A CANTAR

Grupos Corais participantes:

“As Camponesas” de Castro Verde
Os Mainantes de Pias
“Paz e Unidade” de Alcáçovas
“Os Independentes” de Setúbal
“Estrela do Alentejo” de Stª Vitória
“Operário Alentejano” das Paivas
“Vozes” de Casével
“Os Alentejanos” da Damaia
“Os Cardadores” da Sete
“Os Boinas” de Ferreira do Alentejo.

> 16H00 RUA D. AFONSO I - PRAÇA DA LIBERDADE
Colaboração: ACA“Os Cardadores” da Sete. ACA “Vozes das Terras Brancas”. Cortiçol.


MÚSICA POPULAR E TRADICIONAL
Grupo “Campos do Alentejo”

> 21H00 PRAÇA DA LIBERDADE
Organização: Câmara Municipal de Castro Verde


XXVI ENCONTRO DE TOCADORES DE VIOLA CAMPANIÇA E CANTADORES DE DESPIQUE E BALDÃO

> 21H30 FÓRUM MUNICIPAL
Organização: Cortiçol - Cooperativa de Informação e Cultura de Castro Verde. Colaboração: Câmara Municipal de Castro Verde


16 OUT. dom.

TOCA ACORDEÃO
Acordeonista Tiago Rodrigues

> 15H30 PRAÇA DA LIBERDADE

A VIOLA CAMPANIÇA NA FEIRA
Moços d’Uma Cana

> 16H30 PRAÇA DA LIBERDADE
Colaboração: Associação Moços d´uma Cana.


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VENDA DE PRODUTOS LOCAIS

> 15 E 16 OUTUBRO ENTRADA DA FEIRA (INÍCIO DA RUA FIALHO DE ALMEIDA) E CENTRO DE PROMOÇÃO DO PATRIMÓNIO E DO TURISMO

BANCA DE MERCHANDISING
Cante Património Cultural Imaterial da Humanidade

> 15 E 16 OUTUBRO ENTRADA DA FEIRA (INÍCIO DA RUA FIALHO DE ALMEIDA)

Programa completo no ficheiro em anexo.

Organização: Câmara Municipal de Castro Verde.
Co-financiamento: ALENTEJO 2020 | PORTUGAL 2020 | FUNDO EUROPEU DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL


PROGRAMA CULTURAL FEIRA DE CASTRO 2016

CASTRO VERDE CANDIDATA-SE A RESERVA DE BIOSFERA DA UNESCO

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CASTRO VERDE CANDIDATA-SE A
RESERVA DE BIOSFERA DA UNESCO.



O processo de candidatura do concelho de Castro Verde a Reserva da Biosfera da UNESCO está formalmente concluído, tendo merecido o parecer positivo do Comité Nacional do Programa Man & Biosphere, a subscrição do Estado Português e a sua consequente entrega na UNESCO, em Paris, prevendo-se a decisão final em 2017.

Esta candidatura tem como promotores o Município de Castro Verde, a Associação de Agricultores do Campo Branco e a Liga para a Proteção da Natureza, e é o resultado de uma metodologia de trabalho alargado, desenvolvido ao longo dos dois últimos anos, que envolveu a comunidade e as entidades locais, mas também entidades regionais e nacionais com intervenção no território.

A apresentação da candidatura tem por base o facto de Castro Verde ser um “Ecossistema Humanizado de Alto Valor Natural”, fruto de um trabalho contínuo de há várias décadas a esta data, onde a agricultura tem desempenhado um papel fundamental, com resultados ao nível da preservação da biodiversidade e dos valores naturais, culturais e paisagísticos que conferem ao concelho uma diversidade única e específica, que tem visado encontrar formas de valorizar, incrementar e divulgar o território, contribuindo para o desenvolvimento local.

A classificação como Biosfera lançará novos desafios, potenciará uma dinâmica local e de trabalho em rede, tendo por base o plano de ação definido, que assenta em 6 eixos:

I. Agroecossistema Sustentável;

II. Soluções Locais para a Desertificação e Clima;

III. Natureza e Cultura: Desafios e Oportunidades;

IV. Conhecimento e Transferência do Saber;

V. Redes de Cooperação e Participação Comunitária;

VI. Identidade e Promoção.

O Plano de Ação reúne os contributos recolhidos durante as muitas sessões participativas promovidas, assenta em documentos estratégicos do território e nos planos de atividades das entidades promotoras, devidamente enquadrado com os objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 e a Estratégia do Programa MAB, encontrando-se todo o formulário de candidatura disponível neste site.

No âmbito deste processo de construção e apresentação da candidatura, os promotores agradecem a todos os que contribuíram para a sua concretização e a todas as entidades que emitiram declarações de apoio à candidatura de Castro Verde a Reserva da Biosfera da UNESCO.

domingo, 2 de outubro de 2016

JOSÉ ESCADA

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NOS ANOS 60. CONHECI JOSÉ ESCADA EM
PARIS, ALÉM DE ARTISTA PLASTICO
UM PINTOR EXILADO DA SUA PÁTRIA
ERA UM OPOSITOR AO ESTADO NOVO
AO FASCISMO SERÔDIO SALAZARENTO.


José Escada


Nascimento 1934
Lisboa
Morte 1980 (46 anos)
Lisboa
Nacionalidade Portugal portuguesa
Área Artes Plásticas – Pintura


José Jorge da Silva Escada (Lisboa, 1934 — 1980) foi um artista plástico e pintor português.

Com uma breve carreira, interrompida pela morte prematura, a obra de José Escada foi alvo de uma exposição retrospetiva em 2016, na Coleção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão).]

Aluno da Escola António Arroio, frequenta, seguidamente, o curso de pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa, que conclui em 1958 e onde conhece René Bertholo, Gonçalo Duarte, Costa Pinheiro e Lourdes Castro. Liga-se ao Grupo do Café Gelo, no Rossio, em Lisboa, quando partilhava um atelier por cima deste café com João Vieira, René Bertholo e Gonçalo Duarte.

Em 1958, ano de conclusão do curso, realiza três murais de grandes dimensões no edifício da Câmara de Comércio de Bissau, sede da Associação Comercial, Industrial e Agrícola da Guiné, projetado pelo arquiteto Jorge Ferreira Chaves e considerado a mais qualificada realização arquitetónica em Bissau do período colonial.

Os trabalhos iniciais de José Escada manifestam já algumas das questões centrais da sua obra; são sobretudo desenhos a tinta-da-china, definidos por linhas de contorno agitadas mas seguras, "em que diversos elementos se sebrepõem e articulam, gerando formas orgânicas"; no início da década de 1960 abandona a figuração, diluindo as formas e enfatizando os contrastes cromáticos e as diversas intensidades lumínicas , numa deslocação que o aproxima do abstracionismo lírico.


Em 1959 parte para Paris com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, cidade onde permanece até 1969. Juntamente com Lourdes Castro, René Bertholo, Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, Christo e Jan Voss, funda o grupo KWY. Ao longo destes anos irá desenvolver o seu vocabulário formal, marcado pela definição de pequenas figuras abstratas e tendencialmente simétricas que se espalham pela superfície da tela, e pelo desejo de articular a sua produção artística com questões de ordem espiritual e metafísica, que "já se tinham manifestado nos meados dos anos 50, quando aderiu ao Movimento de Renovação da Arte Religiosa".

Tal como muitos dos seus companheiros de geração, a obra de Escada localiza-se num espaço de fronteira entre figuração e abstração, estabelecendo diálogos onde a alusão, direta ou indireta ao mundo real, parece estar sempre presente. Para além das pinturas em suportes tradicionais, "o artista materializa as suas pesquisas sobre as formas e sobre a luz, ao criar pinturas-objeto, em papéis coloridos, recortados e dobrados de modo simétrico" onde podem ler-se associações à configuração dos ossos ou da coluna vertebral do corpo humano. Sem título (Relevo espacial), 1974 (coleção do CAMJAP, FCG), é a síntese da sua pesquisa "em torno das relações forma/corpo, luz/sombra. Um enorme conjunto de chapas metálicas recortadas [...] e dispostas em quadrículas irregulares entra pelo espaço e deixa-se invadir pela atmosfera e luz envolventes".


No fim da década de 1970, nas vésperas da sua morte, "a obra de José Escada tenderá a centrar-se em trabalhos mais figurativos e autobiográficos, verdadeiros testemunhos de uma condição simultaneamente trágica e poética do homem e da sua obra" Segundo José Luís Porfírio, em Da minha janela, a sua "esplendorosa obra final", o pintor, precocemente envelhecido, "parece querer reter o que lhe está mais próximo: o quarto onde trabalha, a janela sobre o Tejo, os seus cães, o Alto de Santo Amaro com a capela, as velhas oliveiras que são outros tantos nós e laços [...], num agarrar ao concreto que a doença e a morte lhe deram".

sábado, 1 de outubro de 2016

gente nossa - GROUP DESK TEAM

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O GRUPO DOS GRUPOS, EQUIPA DO
GRP DESK EM 2010, QUANDO A LEONOR
AINDA PICAVA O PONTO.