quarta-feira, 30 de novembro de 2016

CRÓNICA DA IV CIMEIRA DO BATISTA DA BURACA

.
E A NOSSA REUNIÃO MAGNA MENSAL VOLTOU
AO BATISTA DA BURACA, E PELA QUARTA
VEZ OS NOSSOS SENADORES FORAM BEM
RECEBIDOS E CONFORTADOS COM OS MAN-
JARES DO CHEF DO 41 DA ESTRADA DA
BURACA.



A CIMEIRA que ganhou o nickname em título, acolheu desta feita 11 senadores, sobreviventes da "ideia" RC, e dos que acreditam que
o RC não acabou ,como o título daquele texto colectico imortalizado nas páginas da velha TRANCA e já na era cybernética , na TRANCA ON LINE.


É claro que se sabe que muitos dos nossos só não estiveram presentes por motivos de saúde ou ainda de "tarefas de avós" que é agora o horário de muitos de nós.

Ainda ontem, durante a sessão , um dos nossos senadores teve de abandonar os "trabalhos" para ir buscar o neto à escola.

Estiveram à mesa


DINA,RICARDO MATOS,ALICE TELES,GRAÇA ESPANHA,ZÉ MANEL GUEDES VAZ,ZÉ HERDEIRO,JOÃO FERRADEIRA PINTO,VITOR SANTOS,HELDER MESQUITA,PEREIRA DE SOUSA e o MARCELO,







Os manjares foram de escolha à carta, e a opinião no final foi unanime. Muito boa.




Os temas em debate foram variados, e em dia em que aconteceu a queda do avião que transportava a equipa do Chapecoense, trouxe para a mesa ,claro,essa tragédia, e a critica` ao jornalismo que se faz hoje em dia, e à inadmissível conduta da jornalista da TVI que logo após o conhecimento do acidente ligou em directo para o agente do jogador Marcelo Boeck, a perguntar-lhe porque é que o atleta não tinha embarcado com a equipa , e perante a resposta de que não tinha sido convocado, voltou à carga ,querendo saber porquê com pormenores e insinuações , a ponto de o agente ter de lhe gritar;"oh minha senhora, perante uma tragédia destas que raio de questões são essas ,que vergonha"

O Soba Vermelhusco não apareceu...

Recordaram-se episódios do RC, como os dias da ocupação das instalações da TAP pelo pessoal, depois do 25 de Abril e que durou uns dias, e em que no refeitórios muitos de nós vimos pela primeira vez ser projectado em Portugal , o filme do Sergei Eisensteim "O couraçado de Pomtenkin".

O Soba Vermelhusco foi noshow

Ainda não se sabe onde será o nosso encontro de Dezembro, quando se souber, aqui na TRANCA e na SALA DE CONVIVIO DO RC, divulgarei.

GOTHAN AWARDS 2016, OS VENCEDORES

.
OS GOTHAN AWARDS,SÃO OS PRIMEIROS
PRÉMIOS DE CINEMA A SER CONHECIOS
OS VENCEDORES.

A TRANCA sempre em cima destes eventos sobre cinema mostra aqui a lista dos vencedores deste ano:

Primeiro grande prêmio da temporada, o Gotham Independent Film Awards é também um dos mais rápidos, pois anunciou os indicados no dia 20 deste mês e na noite de ontem já entregou os troféus aos premiados. Produzido por Matt Damon, o drama de Kenneth Lonergan Manchester à Beira-Mar somava o maior número de indicações, mas quem roubou a cena com quatro vitórias foi o elogiado Moonlight, de Barry Jenkins, que ficou inclusive com o prêmio principal. Nos dois últimos anos o vencedor dos indies triunfou também no Oscar (Birdman e Spotlight). Será que a dobradinha será mantida nesta temporada?

A favorita Natalie Portman foi derrotada pela estrela francesa Isabelle Huppert - que, surpresa, se disse "sem palavras e sem folêgo" no discurso - e Casey Affleck foi escolhido o melhor ator. Votado pelos membros do Independent Filmmaker Project, o Gotham 2016 apresentou tributos a Amy Adams (homenageada por Cate Blanchett), Ethan Hawke, Oliver Stone e Arnon Milchan. Confira a lista completa de ganhadores:

MELHOR FILME

Moonlight


MELHOR ACTOR

Casey Affleck (Manchester à Beira-Mar)

MELHOR ATRIZ

Isabelle Huppert (Elle)


PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI

Elenco de Moonlight

MELHOR DOCUMENTÁRIO

O.J.: Made in America

DIRETOR REVELAÇÃO

Trey Edward Shults (Krisha)

ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO

Anya Taylor-Joy (A Bruxa)

MELHOR ROTEIRO

Barry Jenkins (Moonlight)

PRÊMIO DA AUDIÊNCIA

Moonlight

SÉRIE DE LONGA DURAÇÃO

Crazy Ex-Girlfriend

SÉRIE DE CURTA DURAÇÃO

Her Story

EDUARDO MENDOZA, ESCRITOR CATALÃO, VENCEU O PRÉMIO CERVANTES 2016

.
O VENCEDOR DO PRÉMIO CERVANTES 2016
É EDUADO MENDOZA,

Catalão Eduardo Mendoza vence Prémio Cervantes


Escritor de 73 anos foi consagrado com o mais importante galardão literário para a língua castelhana. Júri destacou a sua escrita, “cheia de subtileza e ironia”

O escritor espanhol Eduardo Mendoza venceu o Prémio Cervantes 2016, a maior distinção mundial em língua espanhola.

O prémio foi anunciado esta quarta-feira pelo ministro espanhol da Educação e Cultura, Íñigo Méndez de Vigo, que sublinhou a originalidade da escrita de Mendoza, “cheia de subtileza e ironia” desde a sua primeira novela, “A verdade sobre o caso Savolta”, publicada em 1975.

O autor espanhol está traduzido em várias línguas, incluindo a portuguesa. "A cidade dos prodígios", "Três vidas de santos" são duas das obras de Mendoza publicadas em Portugal.

Nova literatura espanhola

Eduardo Mendoza Garriga nasceu em Barcelona, a 11 de janeiro de 1943. O seu primeiro livro, “A verdade sobre o caso Savolta”, foi publicado em 1975.

A cidade natal de Barcelona é normalmente o palco dos seus romances, com descrições da mesma em épocas anteriores à Guerra Civil Espanhola e na actualidade.

Além do romance, Eduardo Mendoza é também autor de ensaios e peças de teatro.

No ano passado, o escritor catalão venceu o Prémio Franz Kafka, atribuído pela sociedade checa e pela cidade de Praga.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

IV CIMEIRA DO BATISTA DA BURACA ou da buraca do batista

.
PESSOAL VAMOS TODOS PARA O
BATISTA DA BURACA DIA 29.

IV CIMEIRA DO BATISTA DA BURACA


Da nossa PM DINA a

CONVOCATÓRIA

"Amigas e amigos, cá estou para vos falar do nosso almoço mensal. Iremos ao restaurante " O Batista " - Estrada da Buraca, 41 - Tel: 217604496.


Não necessitamos escolher prato pois lá chegados pediremos o que nos agradar .Temos pago entre 12.50 e 15.00 euros.

Peço me enviem vossas confirmações para idaldina@gmail.com até ao próximo domingo à noite. Por favor não demorem porque tenho de fazer a marcação da mesa..

Bjs Dina


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

GENTE NOSSA

.

O SOBA VERMELHUSCO

REDAÇÃO PREMIADA

.
ESTE TEXTO FOI PREMIADO

Redacção feita por uma aluna de Letras, que obteve a vitória num concurso interno promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa.


"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus!
Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas:
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
"

Fernanda Braga da Cruz


AGUARELA

.
AGUARELA DE JULIO JORGE


JULIO JORGE um pintor alentejano de Montemor-o-novo



Júlio João Calção Miguens Jorge, nasceu em Montemor-o-Novo a 9 de Fevereiro de 1959.

Autodidacta, faz da aguarela o seu meio de expressão favorito.

A temática da sua pintura de cariz naturalista é variada abrangendo desde a paisagem urbana e rural até ao retrato, passando também pela natureza morta.

Algumas exposições que participou:

IV, V, VI, VII, VIII e IX exposição internacional de Vendas Novas

VII Mostra de pintores alentejanos

II Bienal de Artes Plásticas do Alentejo ( Núcleos de Alcácer Do Sal e Alvito)

Museu de Elvas, " A arte no meio castrense"

Inrot 6 e 10 Évora, Beja, Castelo Branco, Cáceres, Mérida e Badajoz.

Naintré - França concurso anual de aguarelas.

Biblioteca Municipal de Alcácer do Sal

Pousado dos Loios Évora "Silêncios"

Sociedade Círculo Montemorense " Silêncios"

Museu de Évora "Intemporalidades"