terça-feira, 18 de maio de 2021

preliminares

 PRELIMINARES

..

Estavam uns garotos a brincar no pátio da igreja por alturas do Natal. Até que um deles sem querer esbarra num dos bonecos do presépio e parte-o. Passado um bocado chega o padre:

-Quem é que partiu o pastor?

Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa.

-Então tens de pagar o estrago.

-Eu não tenho dinheiro senhor padre.

-Então paga o teu pai.

-Eu não tenho pai.

-Paga a tua mãe!

-Também não tenho mãe...

-Então não tens ninguém. És sozinho no mundo?

-Não! Eu tenho uma irmã mais velha.

-Pronto paga ela.

-Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira.

-Não se diz freira; diz-se esposa de Cristo.

-Ah, então o meu cunhado que pague!...

segunda-feira, 26 de abril de 2021

VENCEDORES DOS OSCARES DE HOLLYWOOD 2021

 .

 A TRANCA TEM TRADIÇÃO CINÉFILA. 

DESDE OS TEMPOS DO VELHO RC

NO 7º.ANDAR DO ED.25, DESDE AS

CRITICAS DE CINEMA DO NOSSO

SAUDOSO COMPANHEIRO COELHO

DE ALMEIDA, DO CARLOS CORREIA

E DO TO MENDONÇA.


ESTES OS VENCEDORES DESTE ANO 2021.

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MELHOR FILME

"Nomadland - Sobreviver na América" - Frances McDormand, Peter Spears, Mollye Asher, Dan Janvey e Chloé Zhao



Foi sem surpresa que o filme de Chloé Zhao venceu a principal categoria. Um filme que conta a história de um problema real na América.

Também para competição estavam os filmes "Judas e o Messias Negro", "Mank", "Minari", "Uma Miúda com Potencial", "O Som do Metal" e "Os Sete de Chicago"


MELHOR REALIZADOR



Chloé Zhao - "Nomadland - Sobreviver na América"

Sem surpresas, a realizadora venceu uma das estatuetas mais importantes. Depois de Kathryn Bigelow com "Estado de Guerra", em 2009, é a segunda mulher a vencer o prémio. Antes disso já tinha sido feita história, porque este foi o primeiro ano a ter duas mulheres nomeadas para a categoria de realização. Além de Chloé Zhao, também Emerald Fennell estava nomeada, pelo filme "Uma Miúda com Potencial".

Aos 39 anos, Chloé Zhao vive nos Estados Unidos, e fez um filme sobre problemas profundos da sociedade norte-americana, mas nasceu em Pequim, China, tornando-se assim na primeira asiática-americana a vencer este prémio, bem como a primeira mulher de cor a consegui-lo.

Este último facto pode ter especial relevância numa altura em que a sociedade norte-americana vê um recrudescer do ódio aos asiáticos.


MELHOR ATOR

Anthony Hopkins - "O Pai"

Aos 83 anos vence o sengundo Óscar para Melhor Ator, depois de ter recebido o mesmo prémio pelo filme "O Silêncio dos Inocentes".

Era um dos favoritos, e acabou por destronar Chadwick Boseman, que podia receber o galardão a título póstumo.


MELHOR ATRIZ

Frances McDormand - "Nomadland - Sobreviver na América"

Foi quem impulsionou a ideia e é uma das produtoras do filme. Frances McDormand arrecadou o Óscar de Melhor Atriz, confirmando uma gigante vitória do filme de Chloé Zhao na noite deste domingo.

Em 1997 a atriz tinha vencido o mesmo prémio, pelo seu desempenho em "Fargo".


MELHOR ATOR SECUNDÁRIO

Daniel Kaluuya - "Jesus e o Messias Negro"

O ator britânico era um dos três atores negros nomeados para esta categoria, e decidiu dar um especial agradecimento à mãe e à irmã, que assisitam emocionadas na plateia.

Daniel Kaluuya interpretou Fred Hampton, um conhecido líder do grupo ativista "Panteras Negras", que lutava pela justiça racial. Este homem acabou por ser morto pela polícia em 1969, aos 21 anos, a mando do FBI.

O discurso terminou com notória boa disposição: "A minha mãe e o meu pai tiveram sexo, e aqui estou eu".

O britânico tinha já vencido o Globo de Ouro, e agora repete a distinção em Hollywood.


MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA

Yuh-Jung Youn - "Minari"

A veterana atriz tornou-se na primeira pessoa de nacionalidade sul-coreana a vencer um Óscar nas categorias de interpretação.

Aos 73 anos, mostrou-se bem disposta, contente por "finalmente" conhecer Brad Pitt (que lhe entregou o prémio) e dizendo-se honrada por vencer numa categoria em que concorria com Glenn Close.

No filme "Minari" interpreta uma avó de uma família sul-coreana que vive nos anos 80 nos Estados Unidos.

Do lado de Glenn Close, foi a oitava vez que assistiu à cerimónia como nomeada. Tal como das outras sete vezes, voltou a não vencer o prémio.


MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL

"Uma Miúda com Potencial" - Emerald Fennell

Trata-se da primeira vez que uma mulher vence o Óscar de Melhor Argumento Original em 13 anos, depois de Diablo Cody ter recebido o galardão pelo filme "Juno".

Conhecida pela participação na série "The Crown", Emerald Fennel estreou-se em grande no maior palco do cinema, recebendo o primeiro prémio atribuído.


MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO

"O Pai" - Christopher Hampton e Florian Zeller

Foi o primeiro filme do francês Florian Zeller, que, num discurso emocionado, relembrou a dificuldade que foi em conseguir ter Anthony Hopkins para o papel principal. O argumentista disse mesmo que a estrela era o melhor ator da atualidade.


MELHOR FILME INTERNACIONAL

"Mais Uma Rodada" - Thomas Vinterberg

Foi o filme dinamarquês quem venceu a estatueta para Melhor Filme Internacional, com um filme sobre "como perder o controlo na vida", como explicou o realizador, que revelou uma certa experiência pessoal na ajuda para fazer a obra.


Continuando o lado pessoal, o realizador lembrou, de forma muito emocionada, a perda da filha, que morreu recentemente num acidente de carro, mas que chegou a ver o guião do filme, 

Esta é a quarta vez que a Dinamarca vê um filme vencer nesta categoria, tornando-se assim num dos cinco países com mais vitórias, ao lado de Japão e Espanha (também com quatro), e atrás de França (12) e Itália 


MELHOR DOCUMENTÁRIO

"A Sabedoria do Polvo" - Pippa Ehrlich, James Reed e Craig Foster

Foi produzido pela Netflix, num conto entre um polvo e um mergulhador nas águas da África do Sul. O documentário demorou oito anos a ser filmado.


MELHOR GUARDA ROUPA

"My Rainy's: A Mãe do Blues" - Sergio Lopez-Rivera, Mia Neal e Jamika Wilson

As duas mulheres foram as primeiras negras a vencer um Óscar nesta categoria.


MELHOR CARACTERIZAÇÃO

"My Rainy's: A Mãe do Blues" - Ann Roth

Aos 89 anos, a figurinista tornou-se a mulher mais velha a receber um Óscar. Tinha já vencido uma estatueta pelo seu trabalho no filme "O Paciente Inglês".


MELHOR MISTURA DE SOM

"O Som do Metal" - Nicolas Becker, Jaime Baksht, Michellee Couttolenc, Carlos Cortés e Phillip Bladh


MELHOR CURTA 

"Two Distant Strangers" - Martin Desmond Roe e Travon Free

"Todos os dias, a polícia mata três pessoas". Foi assim que Travon Free pediu que a sociedade "não fosse indiferente à dor" da comunidade negra. O companheiro, por sua vez, agradeceu à Netflix, plataforma onde a obra está em exibição.

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO

“If Anything Happens I Love You” - Will McCormack e Michael Govier


MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

"Soul" - Pete Docter e Dana Murray


MELHOR CURTA DOCUMENTAL

"Colette" - Anthony Giacchino e Alice Doyard


Uma curta-metragem que está disponível de forma gratuita. Para ver clique aqui.


MELHORES EFEITOS VISUAIS

"Tenet" - Andrew Jackson, David Lee, Andrew Lockley e Scott Fisher


MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

"Mank" - Donald Graham Burt e Jan Pascale

Era o filme mais nomeado da noite, mas acabou por sair como o maior derrotado, tendo algumas distinções nas categorias técnicas.


MELHOR FOTOGRAFIA

"Mank" - Erik Messerschmidt

Foram duas categorias de seguida para o filme mais nomeado.


MELHOR MONTAGEM

"O Som do Metal" - Mikkel E. G. Nielsen

Novo Óscar de categoria técnica para o filme.


MELHOR BANDA SONORA

"Soul" - Trent Reznor, Atticus Ross e Jon Batiste

Em jeito de curiosidade, Trent Reznor e Atticus Ross estavam também nomeados para Melhor Banda Sonora pelo filme "Mank".


MELHOR CANÇÃO

"Fight For You" - H.E.R. em "Judas e o Messias Negro"



quarta-feira, 21 de abril de 2021

HISTÓRIA VERDADEIRA DA RELAÇÃO AMBIGUA DA RAÍNHA DONA AMÉLIA COM O PADRE CRUZ.

 (voltamos a publicar)

.

texto coletivo  criado de brainstorm

na sala do REV, no intervalo do 

almoço.

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quinta-feira, junho 22, 2006

HISTÓRIA VERDADEIRA DA RELAÇÃO AMBÍGUA DA RAÍNHA DONA AMÉLIA COM O PADRE CRUZ

..

A TRANCA TEM VINDO A INVESTIGAR OS

FACTOS HISTÓRICOS DUMA FORMA INO-

VADORA, CRIANDO MESMO, UMA NOVA

FILOSOFIA DA HISTÓRIA, A CHAMADA

"HISTÓRIA CRUA"

JÁ DISSECÁMOS O INFANTE DOM HENRIQUE, O

DOM SEBASTIÃO, O VASCO DA GAMA ENTRE

OUTROS.

.

Hoje vamos revelar a verdade sobre a Rainha Dona Amélia e o Padre Cruz.

Porquê estes?


Pela voz inconfundível de Jorge Botas, do Programa "Manhãs da 3",todos os

dias a partir das 7 da madrugada,ouvimos as últimas informações sobre o

estado do trânsito automóvel. E uma das suas mais comuns dicas ,costuma ser:


"Perturbação na ligação da Rainha Dona Amélia

com o Padre Cruz, Cruzamento desaconselhável

em hora de ponta"

.


Esta informação lançada para o éter quase todas as manhãs,sob o olhar

cúmplice da rainha D. Leonor de um lado, e do Pulido Valente do outro, vem

incucando as cabecinhas dos lisboetas a caminho do seu labôr diário, e já

por mais de uma vez tenho surpreendido os nossos companheiros de trabalho a

questionarem-se sobre o verdadeiro significado desta "ligação" espúria a

olho nú.

A TRANCA debruçou-se sobre a questão ,investigou , e lá vai a

verdade histórica:



O que é isso de perturbação na ligação da Rainha Dona Amélia com

o Padre Cruz?




Dona Amélia, à vista da História oficial (tipo Mattoso) era uma

virtuosa Rainha consorte esposa amantíssima do Rei D.Carlos I (e único).

Bela moçoila, muito branquinha ,de faces rosadas( mesmo sem corar de vergonha),

ar saudável, farta de carnes, com um ligeiro buço dourado, como era

de costume das Multinacionais de Sangue Real daquela época. No caso, a poderosa

Empresa gaulesa dos Orleãs.


A TRANCA, porém, após aturados estudos de biblioteca, e de complicados jogos

de lençóis, está em posição (muito decorosa diga-se) de divulgar que a

última Rainha de Portugal não era como a História oficial a pinta. Tinha sim,

um passado remoto bem rico em conotações transcendentais e links secretos

a segredos contidos; quer nos "Manuscritos do Mar Morto",quer na base da

análise do famigerado ARE, quer ao Código de Hamourabi, quer ainda na

"Sequência de Fibonacci",nos Modelos Estatísticos do PROS, na expressão

dúbia da Madonna de Da Vinci, e ainda, na árvore genealógica de Maria Madalena.Na verdade ,através de juízos de prógnose póstuma, é-nos permitido afirmar, ter

sido a Raínha Dona Amélia a 17ª. reincarnação de Maria Madalena, que não era

nenhuma rameira ,como afirmaram os tendenciosos Filisteus donos da Bíblia,

mas sim ,uma "lady" de puro sangue azul, na variedade azul-cobalto, e a sua

ligação com Cristo, não foi precária,assim tipo união de facto, mas de papel

passado, embora do tipo short-conx, véu e grinalda, padrinhos, madrinhas,

com cena de putos a entregar os anéis, festança rija e rica, paga a peso

de ouro, na Quinta das Freiras Descalças da Serra da Carregueira,com copo de água para 312 convidados (eram só

trezentos mas à última hora lembraram-se dos Apóstolos...) mas democratizada, a ponto de incluir, desde whisky a gasosa, patês de foie a cangica, sauté de polvo

meia-cura a cheirosos coiratos, e ainda, lua de mel no Mar Morto, ( na época ainda

bem vivo ,tendo sido mandado matar para as festividades) pois ainda não tinham sido

inventados charters para as Seychelles, e o noivo não sabia nadar.


Mas então o que poderia ligar a Raínha ao Padre Cruz?


O Padre Cruz, nascido e criado em Alcochete, filho de um fabricante de

rolhas de cortiça e duma gestora de linha da carreira de barcaças para Olissipo, era

afinal, de acordo com a iconografia zodiacal, um filho de jacarandá em flôr,

e descendia em linha criptografada dum monge caduceno ,que em 1099, esteve

na origem da criação do Priorado do Sião. A sua ascendência remota

determinou desde garotito o puto Cruz,que induzido pela cultura Nilótica,

foi inteligindo através de mensagens virtuais psico-criptografadas,de que a

principio não entendia o conteúdo (depois passou a entender bem demais ,

consta que até ganhou dois assírio-milhões à pala disso) e levado a assumir

a sua missão histórica. Cedo se tornou um senescal, guardião do segredo da

Madalena, de que nos fala o "Manuscrito do Mar Morto" adulterado pelo Dan

Brown e seu cumplice Ron Howard, e pelos cientologistas-trepidantes, para

fins não muito claros. Utilizando um estranho aparelho que inventou, a que

chamou "intrigómetro de largo espectro", aliado a outra invenção sua de alto



O INTRIGOMETRO DE LARGO EXPECTRO


gabarito- a bússola radiofónica micro-escatológica - e a observação do sentido

de voo das águias de Boneli, descobriu a verdadeira origem da Rainha Dona

Amélia, e, com a ajuda do Irmão Canelas, e dos seus conhecimentos de "medium

passista", tentou convencer a soberana da bondade da sua teoria, e a obrigá-la

a assumir a sua identidade de Maria Madalena.



Ela, que estava de férias com o Rei e a família no Palácio de Vila Viçosa,


inicialmente enxotou-o. Primeiro não acreditou, depois, recusou o legado e o

incómodo de tal responsabilidade, fez queixa ao marido ,o Dom Carlos I. O

Rei não suportou a ideia de estar casado com a mulher de outro, e quiz abafar

a revelação cortando o mal pela raiz. Saiu furibundo a caminho de Lisboa

bramando: -"Prendam esse barrasco, prendam esse senescal de Alcochete, vou

mandá-lo executar". É sabido como acabou a diligência. O Rei Dom Carlos,

vindo de Vila Viçosa,chegou a Lisboa de Cacilheiro, ao Terreiro do Paço, tendo sido


assassinado ,na Rua do Arsenal, a rajadas de G3 e balas de canhão sem recuo, por um monge albino ,membro do Priorado do Sião, mascarado de "Buiça", embora conste que o

que mais lhe doeu foi um jacto de spray de pimenta nas partes baixas. A Rainha

sobreviveu, teve um trabalhão para receber a pensão de sobrevivência da Real

Caixa de Previdência e nunca mais perdoou o Padre Cruz. Daí a:



"Perturbação na ligação

da Rainha D.Leonor com

o Padre Cruz..."


De que nos avisa o Jorge Botas, nas "Manhãs da 3"...

domingo, 11 de abril de 2021

PRÉMIOS BAFTA , OS VENCEDORES.

 .

REALIZOU-SE HOJE A GALA DOS 

PREMIADOS DOS BAFTA 2021.


O FILME "NORMALAND" fez o pleno dos vaíos Prémios desta temporada.

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BAFTA 2021: Vencedores

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“Nomadland – Sobreviver na América” foi o grande vencedor dos prémios BAFTA 2021 (os prémios da Academia Britânica de Cinema), ao conquistar os prémios de Melhor Filme, Melhor Realização (Chloé Zhao), Melhor Atriz (Frances McDormand) e Melhor Fotografia.


Uma das grandes surpresas foi Anthony Hopkins, o ator de 83 anos que venceu na categoria de Melhor Ator, em “O Pai”. O filme venceu ainda na categoria de Melhor Argumento Adaptado.

“Uma Miúda com Potencial”, que estava nomeado para seis categorias, venceu na de Melhor Filme Britânico e de Melhor Argumento Original. Já “Mank”, de David Fincher e uma produção da Netflix, venceu o prémio de Melhor Design de Produção.


Melhor Filme

Nomadland


Melhor Filme Britânico

Promising Young Woman


Melhor Estreia de um Realizador, Argumentista e Produtor

His House, Remi Weekes (Argumentista/Realizador)


Melhor Filme de Língua Estrangeira

Another Round


Melhor Documentário

My Octopus Teacher


Melhor Animação

Soul


Melhor Realização

Nomadland, de Chloé Zhao


Melhor Argumento Original

Promising Young Woman, por Emerald Fennell


Melhor Argumento Adaptado

The Father, por Christopher Hampton, Florian Zeller


Melhor Atriz Principal

Frances McDormand, em Nomadland


Melhor Ator Principal

Anthony Hopkins, em The Father


Melhor Atriz Secundária

Yuh-Jung Youn, em Minari


Melhor Ator Secundário

Daniel Kaluuya, em Judas And The Black Messiah


Melhor Banda-Sonora Original

Soul, por Jon Batiste, Trent Reznor, Atticus Ross


Melhor Elenco

Rocks


Melhor Fotografia

Nomadland


Melhor Edição

Sound Of Metal


Melhor Design de Produção

Mank


Melhor Guarda-Roupa

Ma Rainey’s Black Bottom


Melhor Caracterização

Ma Rainey’s Black Bottom


Melhor Som

Sound Of Metal


Melhores Efeitos Visuais

Tenet


Melhor Curta-metragem de Animação Britânica

The Owl And The Pussycat, de Mole Hill, Laura Duncalf


Melhor Curta-metragem de Animação Britânica

The Present, de Farah Nabulsi